
Artigo polêmico diz que ler na internet muda nossa forma de raciocinar, e pode estar nos deixando burros.
Segundo o escritor especializado em tecnologia Nicholas Carr a web muda gradativamente nossa forma de ler/acessar a informação e opera mais uma mudança na forma como organizamos nossos pensamentos. Na verdade, isso não significa que vamos perder a inteligência, mas que a densidade de nossas lembranças e raciocinio está se espairando cada vez mais, perdida em hiperlinks mentais.
- O cérebro humano é muito adaptável, e eu acho que ele se adaptará a intensidade de informação da internet - Disse Carr - Mas, ao se adaptar, ele mudará a forma como pensamos, talvez com consequências negativas.
Carr cita um estudo da University College London, que examinou como usuários de sites de pesquisa liam os textos online. Descrobiram um verdadeiro pula pula entre links e verbetes, concluíndo que não mais se lê como se lia antigamente ou seja verticalmente, do começo ao fim de um texto ou livro, mas horizontalmente, pulando entre pedaços de informação em diversos lugares virtuais.
O ápice da nova forma de cognição poderia estar nos caminhos que o Goolge e outros seguidores tomam em direção a inteligência artificial perfeita, que sistematizaria demais o pensamento.
Segundo o escritor especializado em tecnologia Nicholas Carr a web muda gradativamente nossa forma de ler/acessar a informação e opera mais uma mudança na forma como organizamos nossos pensamentos. Na verdade, isso não significa que vamos perder a inteligência, mas que a densidade de nossas lembranças e raciocinio está se espairando cada vez mais, perdida em hiperlinks mentais.
- O cérebro humano é muito adaptável, e eu acho que ele se adaptará a intensidade de informação da internet - Disse Carr - Mas, ao se adaptar, ele mudará a forma como pensamos, talvez com consequências negativas.
Carr cita um estudo da University College London, que examinou como usuários de sites de pesquisa liam os textos online. Descrobiram um verdadeiro pula pula entre links e verbetes, concluíndo que não mais se lê como se lia antigamente ou seja verticalmente, do começo ao fim de um texto ou livro, mas horizontalmente, pulando entre pedaços de informação em diversos lugares virtuais.
O ápice da nova forma de cognição poderia estar nos caminhos que o Goolge e outros seguidores tomam em direção a inteligência artificial perfeita, que sistematizaria demais o pensamento.





















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